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INB: exercício de emergência conta com participação da Marinha do Brasil


A INB realizou uma atividade do Plano de Emergência Local (PEL) na Fábrica de Combustível Nuclear (FCN). O objetivo era testar a atuação do grupo no tocante a monitoração, triagem e descontaminação de pessoas. No cenário criado, houve um incêndio na Fábrica de Componentes e Montagem com vítimas e contaminação de oito empregados. Além do resgate, foi feita a triagem das vítimas e descontaminação pelo CDefNBQR/MB. A ideia era também testar da INB a atuação dos grupos envolvidos na resposta à emergência, incêndio e resgate de vítima contaminada.


De acordo com o comandante do Batalhão de Defesa Nuclear, Biológica, Química e Radiológica, Capitão de Fragata Telmo Moreira Leite Junior, embora não seja a primeira atividade em parceria com a INB, a troca é sempre importante devido à larga experiência da empresa. “Esse ano tivemos uma maior participação dos empregados e pudemos adentrar as instalações já que no ano passado não foi possível por conta da pandemia. É muito importante para nossa atuação conhecermos as plantas e os procedimentos da INB”, disse Telmo.


Após o exercício, empregados da INB também puderam visitar um laboratório móvel montado pelo Centro de Defesa Nuclear, Biológica, Química e Radiológica da Marinha do Brasil próximo ao refeitório. “Temos a capacidade de fazer análises de amostras ambientais voltadas para agentes químicos e isso é muito importante para o corpo de fuzileiros navais num combate NBQR (Nuclear, Biológico, Químico e Radiológico)”, disse o comandante, capitão de Mar e Guerra Flávio Lamego.


O comandante mencionou ainda que houve participação do Batalhão de Defesa Nuclear, Biológica, Química e Radiológica, subordinado ao Comando de Força de Fuzileiros de Esquadra e do Batalhão de Defesa Nuclear, Biológica, Química e Radiolígica de Aramar (CTMSP).


PEL - O responsável pelo PEL na FCN, David Acherman também ressaltou a importância da parceria e afirmou que a atividade foi desenvolvida com sucesso. “Nós fazemos parte do Sistema de Proteção ao Programa Nuclear (Sipron) e dentro desse contexto existem as interfaces entre a INB e as instituições que podem vir a ser requisitadas em uma situação de emergência. Por isso, é importante conhecer as capacidades e as qualidades de equipes que possam nos ajudar. E com isso estamos sempre aprendendo, nosso aprendizado é contínuo”, finalizou.

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