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Estado alerta para combate à proliferação do mosquito Aedes aegypti e à leptospirose


Com a chegada do verão, tempo quente e chuvas, a Secretaria de Estado de Saúde do Rio de Janeiro (SES-RJ) alerta a população para o controle e o combate à proliferação do mosquito 'Aedes aegypti', transmissor da Dengue, da Zika e da Chikungunya. Neste período, o mosquito se reproduz com maior facilidade.


No ano passado, o estado do Rio de Janeiro teve 552 casos de Chikungunya, 2.879 de Dengue e 58 registros de Zika. Em 2020, foram 3.660 casos de Chikungunya, 4.435 de Dengue e 168 de Zika. Para o Secretário de Estado de Saúde, Alexandre Chieppe, ações simples e rotineiras da população são suficientes para o controle.


“Parece pouco, mas dez minutos por semana é tempo suficiente para que uma pessoa olhe todos os possíveis focos do mosquito na sua residência. A vistoria deve acontecer em caixas d’água, tonéis, vasos de plantas, calhas, garrafas, lixo e bandejas de ar-condicionado. Com essas medidas de prevenção, é possível evitar a proliferação do 'Aedes aegypti'”, destaca.

O Aedes

O 'Aedes aegypti' é doméstico, vive dentro de casa e perto do homem. Com hábitos diurnos, o mosquito fêmea se alimenta de sangue humano, sobretudo ao amanhecer e ao entardecer. Por isso, é importante o uso de telas em janelas e portas, mosquiteiros, roupas compridas, além de uso de repelente nas partes expostas do corpo, aumentando a área de proteção.

Sintomas e diagnóstico A Dengue apresenta febre alta e de início súbito e dores no corpo. A Zika tem como principal característica as manchas vermelhas, que causam uma doença chamada febre da Zika, associada à febre baixa e a dores pelo corpo. Já a Chikungunya apresenta sintomas como febre alta e fortes dores nas articulações. O diagnóstico das doenças, na maior parte dos casos, é clínico, ou seja, é feito com base nos sinais e nos sintomas relatados e observados por profissionais de saúde que indicam o tratamento adequado para cada caso.

Dicas de prevenção

- Evite usar pratos nos vasos de plantas. Se usá-los, coloque areia até a borda; - Guarde garrafas com o gargalo virado para baixo; - Mantenha lixeiras tampadas; - Deixe os depósitos d’água sempre vedados, sem qualquer abertura, principalmente as caixas d’água; - Trate a água da piscina com cloro e limpe-a uma vez por semana; - Mantenha ralos fechados e desentupidos; - Lave com escova os potes de comida e de água dos animais no mínimo uma vez por semana; - Retire a água acumulada em lajes; - Mantenha fechada a tampa do vaso sanitário; - Evite acumular entulho, pois ele pode se tornar local de foco do mosquito da Dengue; - Caso apresente sintomas de Dengue, Chikungunya ou Zika, procure uma unidade de saúde para o atendimento.


Leptospirose

A Leptospirose é uma infecção causada por uma bactéria chamada 'Leptospira' presente na urina de ratos e outros animais, por meio do contato com água, solo ou alimentos contaminados. Os bovinos, os suínos e os cães também podem adoecer e transmitir a Leptospirose ao homem. Somente em 2021, foram registrados 147 casos de Leptospirose no estado do Rio de Janeiro.

Principais sintomas:

Febre, dor de cabeça, dor muscular, principalmente nas panturrilhas, falta de apetite, náuseas, diarreia, tosse e vômitos. Para se prevenir, é necessário: evitar o contato com água ou lama de enchentes; impedir que crianças nadem ou brinquem nessas águas; realizar a limpeza e desinfecção de locais onde houve inundação recente, além de proteger os pés e mãos do contato com a água ou lama contaminadas.

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